nem tudo o que é parece
e tudo o que foi já não é
na elação da questão tirada à situação, verificamos condicionante colocada sobre o imperativo da coisa
contamos com o adverbio do sentido iminente quando na afirmação correcta do juízo apenas colocamos o enlace tido no paragrafo que escrevemos
na escolha da anáfora, onomatopeia com que personificamos a metáfora, verificamos a antítese do paradoxo que é o sujeito onde desejamos colocar o predicado
vimos a descobrir que a negação do adjectivo entendido é na realidade um emaranhado de sinonimos para duvida e questão sempre existida, sempre colocada
sendo assim vemos o porquê das figuras de estilo utilizadas e aguardamos as correcções que provem que estão erradas.
nem o sujeito se retira à frase, nem o predicado conclui o ponto final, no entanto todo o adjectivo é colocado, escrito, sublinhado e colocado a bold...
sendo assim, apenas olhamos tudo o que foi escrito nos cadernos, nas folhas, nos livros e pensamos... mas porque não?
terça-feira, 7 de abril de 2009
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1 comentário:
(No Princípio Era) O Verbo
No princípio era o verbo,a palavra e depois a rima,
que provocou reacções como se fosse uma enzima.
No princípio era a …, a fúria e a sofreguidão,
depois veio a calma, procura do saber e a satisfação.
(…)
By Da Weasel
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