na antiguidade, Moisés separou as águas... um acto divino, uma alteração geografica, uma mudança de clima... o que for que tenha sido, as águas separaram-se...
separar as aguas... uma enorme dificuldade existente na vida levada por nós, meros peões neste tabuleiro de caminhos, duvidas e guerras...
deixamos que as ondas se sobreponham umas às outras... ondas que nos levam para cima, ondas que nos arrastam para baixo... ondas de prazer, ondas de dor...
toques que não são desejos, olhares que não são carinhos, desejos que não são nada mais do que movimentos provocados pela brisa no ar...
toques que são desejos, olhares que são sentidos, desejos que são realizados pelo fogo existente de olhares fugidios na vida agressiva...
as coisas simples tornam-se complicadas, pois o julgamento primario efectuado é de que tudo está a acontecer para a obtenção de um resultado...negações, invenções, medos...tudo porque se julgam erradamente os pedidos efectuados...
toques, olhares, carinhos, desejos, paixões, amores... mas é esquecido sempre, não ganhando a total confiança, aquilo que fumentou a existencia de tudo... a amizade...
quarta-feira, 29 de abril de 2009
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