sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Dark Side of The Moon


Se vocês julgam que eu sou "dark side of the moon", meus caros vocês ainda não viram nada!

Vocês ainda não olharam para mim com olhos de ver...

A minha impulsividade é o meu calcanhar de Aquiles e ao mesmo tempo é aquilo que me mantém vivo, pois se eu paro para pensar mais negro vou ficar...

Que giro, a lamina do meu punhal brilha como quem chama por mim, serás tu ou será o sol, o sol não é certamente e tu já me espetaste assim...fui ver era o meu reflexo...

E agora olho o espelho,e pego no meu punhal e decido, espeto aquilo que vejo ou espeto mesmo em mim?
Espetando no meu reflexo dá-me a hipotese de procurar algo diferente...espetando em mim, bem vocês ficam com uma ideia do resultado...

Dark... hoje eu estou mais dark que o interior de um caixão sob sete palmos de terra


P.S.: quem quer sejas tu, anónimo(a), que já colocaste 2/3 comments...ou me conheces ou julgas algo ter descoberto...mas de qualquer forma...Obrigado

2 comentários:

anonymous smile disse...

"E agora olho o espelho,e pego no meu punhal e decido, espeto aquilo que vejo ou espeto mesmo em mim?"

São as únicas alternativas que vês?

Aqui fica uma: e que tal tentares virar esse dito punhal ao contrário e tentares ver tudo de uma perspectiva diferente?

Anónimo disse...

Levantar os olhos para o reflexo de um espelho
e veres a tua imagem lentamente a distorcer, como os espelhos de feira.
pelos olhos, confusos, passam imagem que não consegues destingir,
se produto da imagem que reflecte do interior, que como um diabinho interno,
expõem falhas, frustrações, raiva, incapacidades e irracionalidade.
Se imagens criadas e recriadas, alteradas e deturpadas, que te vão passando
da tua própria imagem, que são absorvidas como sendo verdadeiras, que são aceites
por não haver um verdadeiro conceito de "imagem".
Acaba por ser a alegoria da caverna, a imagem que reflecte uma imagem,
que é reflectida por essa mesma imagem e reflecte consecutivamente.
Surge a pergunta: Quem sou eu?. O que sou? O que faço?
Todas as dores e marcas que surgem desta distorção e confusão mental,
desintegram-se com um leve sopro quando chegando bem perto do espelho,
dentro dos próprios olhos, um olhar interior viaja por dentro desse ser
e encontra a imagem de algo ou alguém que deita por terra toda a
negritude desse momento, que aos poucos se apodera da própria alma,
se desvanece-se e dá razão há sua existência.
há sempre algo, há sempre alguém.

 

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